segunda-feira, 22 de maio de 2017

A vida e as reencarnações, uma flecha na existência – Mestra Nada


Filhos do meu coração,

A vida planetária é feita de nuances, onde não existe um padrão, porque da mesma forma que hoje se construiu, amanhã se destrói. O que hoje existe podem já não encontrar, após um breve minuto, da forma como experimentam.


A vida material, amados, deveria ser vivida como algo fluído, transitório, leve, jamais como aquilo em que transformamos como se fosse nossa própria existência. A vida humana é uma escola da alma, uma escola de aprendizados e experiências e como tudo na criação, ela se transforma, se modifica e se esvai. Nada é fixo, tudo está em constante mutação. Pois assim é Deus que aprende com a experiência de seus filhos e também se transforma.

Eu sei, meus amados irmãos, que não é assim que vivem, que se apegam às suas relações como se não existissem sem elas. Vivem para construir uma vida segura e tranquila, e não se lembram que a vida se esvai, assim como a própria experiência na terra um dia se finalizará.

Mas a humanidade ainda não vê a vida dessa forma, como algo transitório, que se diluiu como poeira ao vento, como o rio que renova seu fluxo com as chuvas para novamente finalizar sua experiência no oceano.

Quão mais fácil seria a vida, meus amados, se a vissem sob essa perspectiva, de renovação, de transitoriedade, de passagem. Ela se tornaria mais leve e vocês poderiam se encantar pela beleza dessa experiência, olhar os detalhes tão bonitos da vida, sentir os aromas, experimentar os sabores, tudo como se fosse a experiência mais linda que sua alma já experimentou, mas conscientes que é transitório.

A relações chegariam e iriam naturalmente, os bens seriam um constante fluxo em suas vidas apenas para trazer o bem-estar ao presente. Tudo seria transitório e passageiro e nada os prenderia.

Mas esse Estado, amados, não é algo para que compreendam, mas para que sintam em toda sua beleza. Vivenciar a vida como algo transitório sem se prender às relações que se tornam as raízes do seu apego, de seu sofrimento, sem perpetuarem situações que já se encerraram em seus ciclos e são mantidas apenas para satisfazer o ego.

Sabe, filhos, esse desapego material e relacional é o objetivo de cada um de vocês na experiência material, daquele que já vê a vida sob uma perspectiva superior, que sente a alma e olha para o corpo como um maravilho instrumento que Deus os concedeu para experimentar todas as nuances da criação.

Mas os homens, em algum momento de sua existência, esqueceram-se de sua natureza divina e passaram a viver essas experiências como se elas fossem tudo que a criação pode os oferecer. Oh meus filhos, quão rasa essa visão! Porque Deus em toda sua grandiosidade construiu todo o cosmo em suas infinitas experiências da alma, onde cada filho seu um dia encontrará sua morada, seu local de descanso e integração.

E para isso precisam estar maduros, sábios, prontos a saborear tudo que a criação pode os oferecer. Pois eu vos digo meus irmãos, não há nada que os prenda a essa realidade senão seus próprios apegos, seus medos, suas incertezas, e dificuldades de se abrirem à realidade maior da vida. É tão simples, simplesmente liberar para que a vida seja vivida e experienciada como algo transitório e passageiro, que deve ser sentido, com as emoções humanas, as imperfeições, os dissabores, e porque não, até mesmo com a dor e sofrimento a os enriquecer para que saiam dessa experiência maiores do que chegaram, mais luminosos e sábios.

Esse é o único propósito dessa experiência, adquirir sabedoria à alma de maneira transitória que os conduzirá ao amor mais profundo da criação, à descoberta de seu auto amor, de sua autotransformação, da irradiação de sua essência no ambiente mais duro que existe, para que então resplandeçam em amor nos braços dos Pai e Mãe celestiais.

A vida, filhos, é isso, essa experiência transitória. Que aos olhos humanos aparenta ser algo tão longo, mas que aos olhos de Deus é um sopro, um piscar dos olhos, quase insignificante na eternidade da alma.

Experimentem, amados, questionar um senhor ou uma senhora já de avançada idade se viram a vida passar. Eles poderão os dizer que tudo foi muito rápido e que nem ao menos se lembram muito bem como tudo se deu. Nessa idade terrestre o ser encarnado está consciente da transitoriedade da vida, embora nem sempre seja capaz de, na brevidade de uma respiração, viver a vida com desapego, sem crenças, sem lutas interiores profundas e enraizadas que não são nada mais que a origem de nossa dor.

Gostaria hoje de finalizar com um recado empoderador.  Com algo que os alimente a alma com profundidade. Gostaria de trazer a vocês uma experiência onde por breves segundos poderão perceber a brevidade com que a vida se manifesta.

Imaginem uma flecha ao ar em direção ao seu alvo. Imaginem que essa flecha, da saída do arqueiro ao encontro do alvo fosse toda sua vida. E nessa passagem você é capaz de retomar cada experiência, cada sabor, cada alegria ou tristeza que carregou. Ao chegar ao alvo sua vida se esvai e você está liberto a retornar à eternidade da vida, de onde na verdade nunca saíram.

Mas a vida é essa flecha, milésimos de segundos na vida do arqueiro, que nada representa em toda sua existência. O que trago a vocês, filhos, é essa alegoria, uma flecha é toda sua vida. Um sopro, um pequeno sinal de luz que se esvai num piscar de olhos.

Mas o arqueiro continua sua existência apesar da flecha, ele nasce do descolamento dos braços de seu Pai/Mãe e também finaliza sua existência retornando aos braços do mesmo colo que saiu.

Sabe, meus amados, assim é a vida, uma existência diminuta para tanto apego, tanto sofrimento, tanto querer para si e pouco doar. Porque viver para a unidade, para o amor, com liberdade e sem restrições, requer essa autolibertação de tudo que te restringe. Pois a verdadeira caridade é livre, solta, desapegada e liberta. Ela é feita do mais puro amor, que liberta e não prende. Essa é a única e possível caridade existente.

É assim que é a vida e assim deveriam senti-la. Não há necessidade de tantos medos, de tanta desconfiança, de tantos jogos e simulações, poderia ser mais simples dessa perspectiva. Pois aqueles que já sentem a vida como essa rápida passagem atingem mais facilmente sua paz, sua tranquilidade, seu bem-estar. Vivem com um sorriso no rosto, liberando tudo que está em sua vida, pois estão conscientes que é transitório, deixando ir com confiança.

Esse é o desafio, filhos, da vida na terra, viver essa passagem de imersão da consciência no ambiente planetário, que se transmuda do medo, da euforia, do apego, para a aceitação, a paz interior e a confiança maior em Deus.

Tudo, filhos, absolutamente tudo que vivenciam é planejado justamente para que desapeguem desses medos, para que numa visão superior da vida sintam essa transitoriedade, esse algo passageiro, então possam se soltar em absolutamente tudo aquilo que sentem vontade de experimentar.

E quando atingem esse estado, dessa paz, desse amor interior que transborda, naturalmente irão contar isso a todos os demais, de uma forma singela e pessoal, mas sempre através da doação, da caridade, porque aquele que não segura, que não se apega, também não sofre, não tem dor, pois ele é livre e compreende a vida como ela é, em toda sua natureza e perfeição.

Estejam em paz.

Sou Mestra Nada

Canal: Thiago Strapasson – 21 de maio de 2017.

Fonte: www.pazetransformacao.com.br

A irradiação da energia do coração - SERAPIS BEY (vídeo)


Increva-se em nosso canal do YouTube.


sábado, 20 de maio de 2017

FAQ - Minha paciente sente tontura e pontadas durante as terapias




Em uma terapia, a senhora minha paciente, sentiu muita tontura, e uma pontada mais ou menos em cima do peito. Queria só perguntar o que poderia ser. Ela diz que as vezes, quando está em pé, sente uma pressão no abdômen, mas quando deita isso desaparece. E no dia seguinte ela falou que sentia o mesmo, mas logo no fim do dia ela disse que estava bem e que já não sentia nada. Mas algum tempo depois fala que está sentindo bastante tontura. Eu penso que ela pode estar em desequilíbrio. Nas outras terapias, raramente as outras pessoas sentem alguma coisa, mas nesta senhora é constante essas situações. Gratidão.

Resposta:

Quando se dedica em um trabalho espiritual, precisa estar livre de todo e qualquer tipo de conexão onde a sua energia permaneça ligada e também drenada para outro trabalho.
Quando você escolhe fazer parte de um grupo onde são feitos trabalhos com espiritualidade, a sua energia permanece conectada a tal grupo, e mesmo que inconscientemente você acaba firmando um tipo de contrato, um compromisso com aquele grupo.
Para manter o trabalho desse grupo em andamento, a egrégora utiliza dos seus trabalhadores que por vezes não tem ciência de serem trabalhadores mas acabaram se conectando ao trabalho, para realizar os trabalhos do grupo. E assim a energia é distribuída e utilizada para aquele propósito. Isso ocorre em diversos grupos.
Quando está ligado dessa forma a algum grupo, e ainda assim conecta-se com o seu paciente, acaba por transmitir, em se transformar um canal dessa energia do grupo para o seu paciente, misturada com a sua energia. O que pode muitas vezes causar sintomas físicos e desequilíbrio nos pacientes.
O trabalho terapêutico é de muita responsabilidade e é de escolha do terapeuta que linha deve seguir para então estar mais alinhado com apenas uma frente de trabalho para auxiliar os pacientes.
A sua paciente sente os sintomas físicos dessa energia que está recebendo e que não está alinhada com apenas uma frente de trabalho.
Você se torna um canal de energia do grupo o qual faz parte e também da sua própria energia que vem da sua equipe espiritual, e essas são divergentes. Precisa escolher um caminho para seguir e então abrir mão do outro.
Não há melhor nem pior, mas apenas um está alinhado com o seu verdadeiro propósito, e por muitas vezes os terapeutas se ligam a grupos durante sua estrada de descoberta de si mesmo, para buscar crescimento, mas chega a hora em que já tem maturidade e conhecimento para criar o seu próprio método e então não necessita mais estar ligado a diversas conexões.
Escolher um caminho a seguir é mais saudável e também uma decisão madura para um terapeuta que quer entregar o melhor aos seus pacientes.
Perceba que nem sempre o fato de se conectar em diversas frentes de trabalho é prejudicial. É benéfica desde que a energia trabalhada seja a mesma. O que não ocorre em seu caso, e que acaba por causar sintomas nos pacientes.

sexta-feira, 19 de maio de 2017

FAQ - Como usar a chama verde para a cura?



Qual a maneira mais eficaz de trabalhar com a chama verde pra curar? 

Resposta:

Não há necessidade de utilização da chama verde para curar, a chama verde é um ancoramento, onde existe uma equipe direcionada ao trabalho de resgate da verdade para a cura, da exposição daquilo que está guardando no interior para o externo para que então seja curado.
O trabalho realizado com a chama verde é o resgate da verdade interior, da causa da dor e do sofrimento. Mas para isso há a necessidade da entrega total com amor.
A chama verde é um complemento, mas que vem apenas a contribuir a algo onde já se manifesta o amor.
O combustível da cura é o amor, com ou sem chama verde, a cura acontece. E sem o amor a chama verde não tem o meio necessário para trabalhar em benefício da cura. Dessa forma pode ser compreendido como as curas acontecem.
Mas o trabalho da chama verde vem apenas a complementar um trabalho que já é feito pelo coração entregue com amor e aberto a receber a cura.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

O tempo na matéria e a lei de causa e efeito – libertando-se da personalidade – Serapis Bey e Saint Germain


Filhos, saudações. Sou seu irmão Serapis Bey, um irmão de amor que os conduz nos braços a caminho da purificação.

Eu gostaria, hoje, de abrir um conjunto de lições sobre a condução da vida na matéria. O que a matéria representa em suas vidas? Qual o propósito da matéria na criação? O que significa uma vida tridimensional à alma? Porque escolheram estar nessa experiência e qual o caminho de se abrirem a novas perspectivas na vida? São algumas das perguntas que pretendemos responder.

Hoje, filhos, muitos se questionam porque a vida material não se conduz como gostariam, porque não encontram paz em seus relacionamentos amorosos e familiares, em sua vida profissional, porque a vida os arrebata em desafios e mais desafios.

Saibam, amados, que essa é a experiência material, justamente de os conduzir a repetidas lições até que tenham a sabedoria do entendimento maior da vida. Foi assim que todos os mestres ascensos que estiveram entre vocês, desvincularam-se da vida material, transcendendo-a em uma vida de paz e amor.

Sabemos que sob a perspectiva de muitos de nossos irmãos, inclusive de alguns que leem esses textos, vocês simplesmente não compreendem o desenrolar das experiências em suas vidas e se questionam o que os conduziu a estarem exatamente onde se encontram nesse momento. Em um ambiente de questionamento interior, onde a felicidade parece chegar e logo em seguida se esvair pelos dedos com novos enfrentamentos que surgem diante de seus olhos.

Vamos caminhar a passos lentos nesse manual da vida material, trazendo a todos vocês que se questionam sobre a experiência material e os efeitos em suas próprias vidas, elementos que os facilitem a compreensão dessa experiência. Mas não sob a perspectiva humana, e sim de seu corpo de luz, de sua energia em um nível onde a matéria já é ausente, onde ela não mais se manifesta em formas fixas, mas flexíveis em que a criação das experiências se dá em um piscar de olhos e a experiência se desdobra em passado e futuro que ocorrem simultaneamente.

De nossa perspectiva, amados, não temos a limitação temporal que possuem, onde o tempo corre linearmente e uma cadeia de eventos se desenrola.

Nos reinos em que habitamos, em nível de consciência, ao contrário do que pensam, o tempo existe sim, mas a diferença é que ele não é linear. Nossa consciência, nesse nível, atua em desdobramento, onde um evento do presente se liga a um fato do passado e gera um efeito no futuro. E tudo isso ocorre simultaneamente diante de nós, pois estamos em desdobramento temporal. É uma forma que não compreendem da dimensão que frequentam, mas é assim que vemos a nossa e sua realidade. Um tempo simultâneo e mágico onde tudo está interligado por energias interdimensionais.

Essa é a vida que existe em dimensões mais sutis, vibracionalmente dizendo. Veja que não dizemos mais elevadas, mas apenas mais sutis. Porque na criação não há algo mais ou menos elevado. O que existe é somente a experiência que se manifesta diante da consciência.

E na dimensão que hoje essa partícula de consciência que conhecem por Eu se manifesta, vocês possuem um tempo linear, onde vivem somente o presente, o agora e se deslocam no tempo passado relembrando fatos, revivendo experiências ou se projetando mentalmente a uma probabilidade futura.

Na experiência material a vida se projeta numa perspectiva muito restrita, porque vocês sabem que o futuro estará lá, ele estará porque o tempo se desenrola. Mas não sabem como ele se desdobrará diante dos acontecimentos presentes e passados. Mas o futuro está sim em seu tempo. A forma como ele se desenrolará depende de uma série de fatores dos quais não possuem nenhum controle, embora muitos lutem para ter ou para ter a impressão de controlar o futuro. O futuro é como o presente assim como o passado também é. É assim que o vemos em desdobramento sem qualquer limite temporal, apesar do tempo estar lá diante de nós.

Vejam, meus irmãos, que sob nossa perspectiva simplesmente não temos ansiedade, pois o tempo se desdobra e se refaz através desse desdobramento interdimensional. Ele é reconstruído ou construído instantaneamente. A dimensão que vivemos é assim!

Mas na vida da matéria impera a sabedoria da paciência, onde uma decisão não pode ser reconstruída porque o tempo linear não permite o desdobramento temporal. Então vocês se sujeitam a lei da causa e efeito. O fato ocorre e seu efeito será produzido e vocês sofrem os efeitos da causa (ato presente). A lei da causa e efeito, amados, só existe nessa dimensão, onde o tempo linear não permite sua alteração ou desdobramento.

Para viverem na matéria necessitam desenvolver a sabedoria. A sabedoria das escolhas da vida. Pois devem estar conscientes que o amor os trará amor, mas que os atos de ódio os trarão experiências desagradáveis a os preparar a novas oportunidades de melhores escolhas no futuro. Então o tempo linear dessa dimensão os sujeita a essa lei, a causa e efeito: “Eu me sujeito a minhas escolhas e tenho que as viver”.

Muitos são aqueles, filhos, que se revoltam com suas atuais vidas, com regras impostas pela sociedade, com o julgamento que sofrem e com tudo que vivenciam. Mas saibam que a matéria os conduz a isso, a se submeter a determinadas regras, que podemos dizer físicas. Há regras, amados, não por uma questão carmica, mas porque a vida material está sujeita a leis interdimensionais muito restritas que os levam a ter que vivenciar suas escolhas, sejam elas mentais ou do coração.

Então vivem seus dias aprendendo a ter escolhas sabias. E chamamos aqui de escolhas sábias aquelas que justamente não se submetem as regras materiais, porque partem do coração, da essência, da presença Eu Sou em meu coração. Quando ouvem o coração os efeitos que causam são leves e suaves, a os permitir que estejam em paz.

Mas o caminho material os sujeitam não apenas às escolhas individuais, mas da família de nascimento, do país que decidiram encarnar. Ao escolherem a experienciam se submetem ao caminho já traçado pelo coletivo, caminho esse que necessitam aprender a respeitar com sabedoria e amor próprio, respeitando sua essência interior, mas também o meio que estão inseridos.

Eu sei, amados, que há muito a ser dito nesse aspecto, mas como disse inicialmente, traremos um conjunto de ensinamentos que poderão os facilitar a compreensão da experiencia que vivem e, assim, desvincularem-se dessas regras impositivas que são trazidas à sua consciência. Estando livres, mas sabendo que aquilo que hoje vivem é uma pequena parte de tudo que existe na criação, a vida poderá ser melhor compreendida. Uma experiência importante ao desenvolvimento de seu ser, mas que traz também suas dificuldades, como todo aprendizado que vivenciam.

É uma preparação que vivenciam, porque assim como a vida na matéria é desafiadora quando compreendida apenas com o olhar da matéria, também a vida em outras dimensões também é desafiadora quando fechamos o nosso olhar a perceber apenas o que os nossos sentidos podem captar.

Por isso, a busca pelo sentimento de doação, do ato de gratidão, que não é apenas um sentir, mas sim um ato. Pois o ato de gratidão compreende em olhar para o meio externo com aceitação, como o cumprimento de fases, etapas, de uma jornada que será escrita por você mesmo, e que depende apenas de ti, mudando o foco do pensamento que por tantas vezes direciona os sentimentos para aqueles os quais escolhe como os culpados de sua jornada, de seus tropeços na caminhada.

A jornada da vida é compreendida sim por inúmeros tropeços, mas vocês estão justamente a aprender a ultrapassar esses obstáculos, como uma prova esportiva, mas onde você tem apenas uma certeza, que chegarão ao final.

E essa chegada pode ser com um apanhado de experiencias a serem levadas como bagagem de vida e sabedoria para uma próxima, ou mesmo você pode levar uma bagagem de tropeços, que fazem também parte da caminhada.

O pacote todo é composto justamente dessa mistura, da mistura dos tropeços e dos acertos. E tudo isso junto formará a sua próxima experiência, que foi criada apenas por você mesmo.

Durante a próxima prova, você procurará não mais tropeçar nos mesmos obstáculos, e então conseguirá completar a prova com essa bagagem de sabedoria e vitória. Mas aprenderá com a vivencia, que até aqueles tropeços passam a se transformarem em vitórias. Pois percebe que a vida na matéria é composta desse apanhado e dessa mistura de fatos, de experiencias, erradas e acertadas.

E que enquanto estiverem inseridos dentre os demais nesse plano, na experiencia da carne, estão suscetíveis ao erro. E mesmo aqueles acertos, podem virar novamente os tropeços.

A lição acaba em um ponto muito importante, e esse ponto não é aquele em que vocês param de errar, ou param de tropeçar. Mas sim a lição termina quando vocês compreendem esse fluxo, quando simplesmente aceitam com gratidão toda essa história, de erros e acertos, mas compreendem que todas fazem parte da experiencia na matéria. E todas contribuirão para que se tornem mais sábios e aprendam a cultivar a gratidão.

Vocês chegam em um ponto onde cansam de lutar contra os próprios erros, apenas focam nos acertos, e agradecem pela oportunidade de estarem aí, errando ou acertando, mas apenas participando da experiência. Levam tudo isso, toda essa experiência da vida, aglutinada como sabedoria. E enfim transcendem a vida material.

A compreensão do fluxo da vida, a aceitação em gratidão de tudo o que é colocado como experiência, libertando-se daquele impulso que os levam a buscarem por explicações, de procurarem entender os motivos de algo ocorrer de uma forma ou de outra nas suas vidas, é justamente a libertação desse impulso que faz nascer a gratidão, a aceitação. E com ela a libertação, o saborear da vida com entrega total apenas à experiência.

Vocês erram sim, mas também acertam, e vão acertar e errar eternamente até transcenderem essa forma de pensar, que afirma a vocês o tempo todo em tom de julgamento, que vocês estão errando ou acertando. Pois isso simplesmente não existe. Não existe o errar, o acertar, existe simplesmente a experiência e a aceitação e gratidão pela experiência assim como se apresenta, compreendendo o fluxo natural da vida, das manifestações assim como se apresentam.

Pois as manifestações são apenas resultados de um Eu Personalidade que ainda pensa existir um Eu personalidade. E que quando liberar-se do autojulgamento, da culpa, da auto cobrança, perceberá que esses sentimentos apenas existem porque você insiste em permanecer atrelado à personalidade.

Quando se liberta desse personagem, permite o livre fluir, não existe mais o certo e o errado. Não existe mais o julgamento ou a culpa, e permanece apenas o fluxo natural de energia divina através de você. Você se liberta da prisão da sua mente, daquilo que criou mas não é real. Você aprende a alquimia da vida, a manipular a matéria, a manipular a sua vida, em seu benefício, em benefício da sua paz e do viver em plenitude, totalmente desprendido do ego e do querer individual, pois o apego ao ego e à personalidade bloqueia o fluir dessa energia a manifestar a plenitude.

Assim é como ocorre o fluxo de energia do divino no Ser encarnado e em todos os seres. Não é uma particularidade sua como encarnado na matéria, mas é assim que funciona no universo, você se desprende do ego, da personalidade, e assim começa a se libertar do autojulgamento, da cobrança, do medo, da culpa. Toda uma bagagem de informações armazenadas e criadas por você mesmo em relação a você, é diluída pela luz. E assim você simplesmente passa a viver permitindo o natural fluir da sua essência. Você brilha e reluz!

Você é luz!

Você aprende o que eu venho ensinar sobre alquimia. O que é a alquimia Mestre? Vocês me perguntam. E eu lhes digo que a alquimia é apenas você aprender a trabalhar com as energias que você mesmo cria, com as suas próprias criações mentais. Mas o primeiro passo é se liberar do ego. Afinal, como você poderia começar a manipular as energias se nem ao menos parou de se cobrar, de se culpar, de se sentir obrigado disso ou daquilo na sua vida. Você se liberta da personalidade, se liberta daquela identidade. E assim permite o fluir natural, e manipula tudo isso em seu benefício. Essa é a vida em plenitude, essa que vim ensinar, e que vocês viverão na Nova Era, mas ainda não percebem que Nova Era é o hoje. É o momento presente. É apenas um jogo de imagens diante dos seus olhos. Onde por um ângulo vocês veem grades de uma prisão, mas de outro ângulo apenas se libertam de todo o julgamento, da culpa, das acusações, e passam a ver que as grades não passavam de criações da mente, distorcida.

Vocês fluem energia divina, mas com essa energia criam com as ferramentas que aprenderam a utilizar. Essas ferramentas não mostram o caminho da libertação, mostram sim o caminho da criação da prisão. A prisão mental a qual condicionaram vocês mesmos.

Vocês ainda alimentam a certeza de que é necessário fugirem para encontrarem a sua essência. Mas a partir do momento em que param de se colocarem em posição de vítimas, de pensarem que são injustiçados ou que merecem sofrer, apenas passam a apreciar o momento presente e o local onde estão, assim como é. É o rompimento de uma relação de muitos anos, aquela que vocês pensam ser eterna, mas que na verdade ela dura apenas enquanto vocês a alimentarem, justamente pelo motivo de que não é a sua natureza.

Vocês pensam estarem inseridos em algo do qual são obrigados a aceitar pois não há outro caminho. Então pensam que eu diria a vocês: Ah Sim! Há outro caminho, falta coragem!

Mas não!

Não venho os dizer isso!

O outro caminho que há é esse mesmo caminho da matéria o qual vivem hoje, mas apenas passa a ser novo quando observado por um novo olhar. E esse olhar não é o da submissão e humilhação, da infelicidade, mas sim o olhar de aceitação com gratidão, da virada da chave onde passam a observar isso além da matéria, além da identidade e além do ego. E é justamente nesse ponto quando param de sofrer e atraem o fluir da abundância e plenitude.

É quando passam a serem os magos das suas vidas, aprendem a alquimia da sua própria mente criativa, que na verdade é aquela que vem do coração, sem estar alimentada pelas percepções da matéria. Que passa a observar o que é apresentado na matéria apenas como aprendiz, compreendendo que os momentos são perfeitos assim como são. E que a repulsa, a negação, não atrai a energia que desejam, e acabam os colocando na posição de vítimas das próprias vidas.

Percebam o quanto isso é enriquecedor e libertador, tomar as rédeas da própria vida, mas se libertando do ego e da personalidade, como será? Essa é uma grande descoberta, e é esse caminho que trará a libertação da prisão ilusória, e entrega total ao Eu Sou.

Mestres Serapis Bey e Saint Germain

Canais: Michele Martini e Thiago Strapasson – 16 de maio de 2017.

Fonte: www.pazetransformacao.com.br