sábado, 13 de maio de 2017

A diluição do Eu Inferior – Thiago Strapasson


Para ler o complemento desse texto, sob as bênçãos de Mãe Maria, clique aqui.

O sentimento de unidade, quando passa a se manifestar, nos causa confusão. Pois junto ao sentimento de integração sentimos um vazio tão grande onde já não acreditamos sequer em nossa própria existência. De fato, já não sabemos se somos reais ou uma mera ilusão da vida nessa experiência.


Sim, o sentimento de unidade é algo um tanto quanto amedrontador, pois percebemos nossa própria consciência se diluindo em um oceano totalmente desconhecido. Não sabemos se realmente existimos, bem como o que iremos encontrar do outro lado. Mas não há como voltar, pois o antigo Eu se desfez diante das duras provas e de todo o processo de purificação pelo qual passamos por vidas e vidas. Ele deixou de existir então deixamos todas as nossas referências do passado, e já não sabemos para onde vamos. É um sentimento de estar perdido que só resgatamos ao pegar na mão de um Mestre, que nos conduzirá com todo amor.

Esse é um sentimento, que um dia ouvi de um Mestre, como sendo como um rio quando chega ao mar, que ainda olha para trás e tenta se segurar com medo do que virá, pois o sentimento de unidade vem acompanhado de um vazio enorme, onde já não nos identificamos com o Eu Inferior, mas também desconhecemos o que estamos nos tornando, se é que existimos.

Continuamos a viver a vida, mas passamos a ver tudo isso como uma representação tão ínfima do que existe... E para ser honesto, isso é atormentador. Simplesmente duvidar de sua existência, sabendo que, no fundo, esse corpo é uma mera manifestação de uma memória do akáshico de algo muito maior, que se fez em personalidade humana.

Quando nos vemos como uma singela chama de uma energia muito maior e percebemos que sequer existimos, senão em uma realidade tridimensional planetária, é algo um tanto confuso. Pois os nossos sentidos físicos se manifestam na matéria, como um Eu Personalidade que vive seus dias, e interage com outros que estão em situação semelhante. Mas vislumbramos que esse Eu que vive seus dias aqui já não existe, ele está em conexão a tudo, e o que sobra é o nada. O sentimento de que nada importa e tudo está bem, sempre bem.

A diluição da própria consciência ao Eu Sou, é a expansão maior do sentimento de unidade, onde deixamos de sentir as divisões e as barreiras que nos separam de Tudo O Que É, embora nossos olhos e nossos sentidos físicos nos digam exatamente o contrário. A mente simplesmente não compreende o que está a ocorrer, e temos que conviver com esse sentimento.

É um sentimento paradoxal que nos preenche, pois esse vazio, junto desse anseio de unidade, de conexão a uma energia muito maior que é inexplicável à nossa mente, de certa forma nos causa medo e confusão.

Quando deixamos de ter a certeza do que somos, inclusive de nossa própria existência, e passamos a ter como única certeza que nossa consciência, como manifestação de uma energia muito maior, tornar-se-á uma memória aglutinada ao registro akáshico de nossa presença Eu Sou, nos vem a dúvida e junto a certeza, de que muito pouco somos nessa vida. Nos vemos enquanto Eu Inferior que tantas vezes protegeu com tanto afinco sua honra, seus bens e tudo que pensava possuir.

Ao mesmo tempo olhamos para trás e já não nos encontramos, percebemos a cada dia nossa consciência se diluindo nesse mar, pois algo está a nos chamar. Descobrimos um mundo fantástico, multidimensional, cheio de magia e sem limites, que se apresenta e que é muito encantador. Um mundo onde o tempo e a distância, em termos quânticos, tornam-se irrelevantes, e uma sabedoria enorme está simplesmente ao nosso acesso, sem que sequer saibamos como ela foi criada.

Essa é a sensação daquele que se percebe como um córrego diante do oceano, uma fagulha diante da luz que representa. É essa a sensação que nos vem quando nos damos conta que a nossa consciência sequer existe, mas sim apenas um corpo físico que se manifesta em seus dias, interage, mas já desprendido e cheio de dúvidas quanto ao que virá.

O conflito se instala, pois simplesmente se torna aterrorizador a inexistência da palavra Eu. Essa palavra, do dia para a noite, perde seu significado, e pode ser substituída pela expressão “esse corpo”. Porque o Eu se torna a unidade, e com esse olhar simplesmente deixamos de ver a divisão. Mas isso não é uma compreensão, mas um olhar, um sentimento, que se manifesta ao nosso redor, junto do amor por tudo.

Mas nesse ponto a dúvida que surge é: Como será o futuro? Pois como posso esse Eu que sequer existo continuar meus dias nessa realidade, sabendo que tudo não passa de um grande jogo, de um banco de experiências, que se agregam ao registro Akáshico de uma energia que sequer somos capazes de compreender?

O sentimento de vazio total é algo que, ao mesmo tempo que nos amedronta, nos provoca a experimentar mais dessa sensação de inexistência e conexão ao todo.

Simplesmente, agora compreendo o motivo pelo qual tantos humanos preferem se manter a viver a vida tridimensional, sem buscar por algo mais elevado. É simples, é cômodo, e nos permite saborear a matéria com toda a sua intensidade, sem alimentar dúvida nenhuma quanto à própria nossa existência. Pois os sentidos físicos nos comprovam, a cada segundo, a nossa existência física, e, quanto a isso, é cientificamente comprovado a existência de um corpo biológico, que se manifesta em seu próprio meio, no meio que foi desenvolvido para existir.

Mas quando o rio se aproxima do oceano, e percebemos o que realmente somos, a dúvida se instala, e imediatamente saímos de uma situação cômoda e conhecida para algo que sequer temos ideia do que se trata. Esse sentimento é algo conflitante, que intriga aqueles que já não se veem como existentes nesse plano.

Muitos dizem que gostariam de experimentar uma conexão maior, mas isso talvez signifique abrir mão de sua própria humanidade, deixando de compreendê-la como nos ensinaram, para que possamos simplesmente retornar à realidade que viemos. Uma energia que se dilui na imensidão do cosmos.

Estejam em paz.

Thiago Strapasson - 12 de maio de 2017.

Fonte: www.pazetranformacao.com.br

Unificando-se ao Eu Sou – Mãe Maria


Para ler sobre o sentimento que originou esse texto, clique aqui.

Que as bênçãos do amor tragam paz aos seus corpos, mente e coração.

Foram grandes as labutas de suas vidas, meu filho, as quais pude o acompanhar com todo meu amor, irradiando-o para que se libertasse à verdade do que é. Pude sim o seguir, filho, durante o trajeto nesse planeta, aguardando pacientemente que retornassem ao colo materno que o resguarda com todo o amor.

Mas é chegado o momento onde sente o sopro da verdade maior da vida, onde ela se abre a cada um de vocês, a os mostrar a energia que representam nesse planeta. Vocês sentem a aproximação da integração, do retorno, ainda num corpo físico, aos braços de Deus. E o sentimento que possuem é o de alegria, mas também o de certa melancolia por tudo que estão a deixar a trás.

Já não se lembram, filho, da realidade a qual vieram, pois por tanto tempo estiveram nesse plano servindo, mas também por muitas vezes indo por caminhos tortuosos que os conduziram à dor e ao sofrimento. E hoje vislumbram a luz de onde vieram e que se destinam a se reintegrar.

Foram bravos, filhos, foram grandes, pois adentraram em um ambiente onde muitos não acreditariam o que seriam capazes de fazer e hoje eu os vejo resplandecendo luz, irradiando a verdade ao mundo.

É uma nova estrela que surge em suas vidas, meu filho, uma estrela que os ligará a algo muito maior, que os conduzirão à verdade maior da vida, para que se vejam como são, meus filhos, em unidade ao amor. É assim que sempre os vi e é assim que são.

Não há nada que os retire dessa condição. Mas ao se sentirem novamente na integração que são vocês estarão a se unificar ao amor maior da vida. O sentimento de união simplesmente tomará conta de cada um de vocês que se propuserem com coragem a trilhar o caminho da reintegração com a vida, com tudo o que É. E será quando poderei novamente os sentir em meus braços, para que em retorno à unidade estejamos como estivemos destinados a ser, nos vendo como Um a tudo, onde nada será capaz de nos separar, pois simplesmente nos tornaremos uma única consciência em amor.
Esse é o plano maior da vida, filhos, a integração, a diluição em amor da fé, da força e da vida.

Eu bem sei que em seus dias nada mais se encontra como antes, pois há uma paz em seu interior, uma quietude boa de sentir. E assim eu cumpro minha promessa, filho, a de que uma nova estrela nasceria em sua vida onde sentiria novamente a beleza de se sentir em integração, onde a vida se abriria de uma forma inimaginável a ti, com uma força a resplandecer em amor a cada ser, a cada célula que se encontra em sua vida.

Perceba, filho, que após tantas idas e vindas nesse mundo nada de muito importante lhe sobra, a não ser a experiência de ter mostrado a si mesmo de que era capaz de, nesse meio, lembrar-se de sua verdadeira natureza, de retornar em amor a algo que podem hoje ver como a única verdade, a de que não existe separação.

E assim a personalidade humana se dilui, se integra, ela se transforma naquilo que pode ser dito como o amor de cristo, que é a força da unidade maior. A consciência já não encontra guarida na personalidade humana, ela simplesmente se conecta a tudo que Existe e se integra. E, assim, filho, retorna aos meus braços já livre e liberto dos meandros do ego que arrastava a consciência a um mundo de dor e sofrimento, onde o amor não era a regra, mas exceção que prevalecia em suas vidas.

E os digo de todo coração que a mágica e o propósito é simplesmente esse, a integração dessa verdade ao amor. Assim é a vida e dessa forma ela se faz.

Esteja nas bençãos desse percurso, pois ele será recompensador aqueles a quem Deus chamar, para que a experiência retorne a origem de forma muito mais sábia e madura. E assim é, meu filho. Assim será!

Sou sua Mãe e o acolho em meus braços para que em unidade e perfeição sejamos um único ser a irradiar nosso amor.

De sua Mãe, Maria.

Canal: Thiago Strapasson – 12 de maio de 2017.

Fonte: www.pazetransformacao.com.br

terça-feira, 9 de maio de 2017

FAQ - Porque meus pacientes passam mal durante os atendimentos?






Saudações amados Mestres, eu faço terapias com cura quântica e multidimensional. E já aconteceu três vezes de pessoas sentirem sensação de vômito, e a última chegou mesmo, a vomitar um pouco durante a terapia. Queria saber se estes fenômenos foram produzidos pela minha energia enviada, ou por consequências do processo de limpeza e catarse da pessoa. Gratidão por tudo Mestres.



Resposta:

Filho, eu sou Lord Maitreya. Quando nós nos oferecemos a serviço do outro como instrumentos da transmissão do amor e da cura, da possibilidade de regeneração do ser, precisamos em primeiro lugar compreender qual é o nosso lugar nesse processo. Você está envolvido em diversas formas de trabalho simultaneamente, e que são conflitantes entre si. Canaliza energias para um determinado fim em seu corpo físico, assim como também canaliza energias diferentes para promover a cura através da terapia. Quando nos doamos ao trabalho de forma íntegra, estabelecemos uma meta e uma rota única de elevação, e então nos doamos em consciência plena ao trabalho escolhido. Se escolheres estar trabalhando com cura e com essa linha de trabalhadores da luz, não se envolva com outras energias, que podem prejudicar os seus atendimentos. Não digo aqui que energias são boas ou más, mas apenas digo que a responsabilidade do terapeuta está em primeiro lugar, permanecer limpo para que seja um canal perfeito de transmissão das energias ao outro ser, sem transmitir suas vibrações pessoais de encontros diversos em outras vertentes de trabalho espiritual. Escolha o caminho que tem a seguir. Busque em seu interior a resposta, pois depende apenas de ti decidir com quais ligações deseja prosseguir na sua caminhada e às quais deseja romper. Enquanto estiveres envolvido em diversos meios de trabalho espiritual, estará sem um caminho definido e permitindo que energias diversas interfiram nos atendimentos, o que é prejudicial para os pacientes, pois entram em desequilíbrio interno. Você é um ser de luz, está aqui para transmitir o bem e o amor, a cura, mas para isso necessita se desvincular de algumas ligações que estabeleceu apenas como parte de um processo que agora não é mais necessário. Estabeleça o contato com o seu eu superior e solicitem à Fonte que sejam mostrados a você quais são as ligações que estabeleceu e estão interferindo nos seus atendimentos, e decida quando estiver preparado, por qual caminho seguir. Fique envolvido na luz crística e na paz da minha energia.

Maitreya

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Não desistam dos seus pais - Mestre Serapis Bey


Por tantas vezes as mágoas tomaram conta dos seus corações, por tantas vezes sentiram doer no corpo físico as consequências de uma relação não compreendida. A dor das relações biológicas, dos registros das constelações familiares que recebem em seus registros akashicos.

Aquele ponto de conexão, que une cada uma de vocês as suas raízes biológicas enquanto seres encarnados nesse plano, está justamente ali para um proposito. Esse propósito, meus irmãos, é ressaltar algo que já traziam dentro de si mesmos.



Enquanto seres multidimensionais, vocês seguem pelas próprias estradas de aprendizado, desconectados desses pontos de conexão com as raízes biológicas. Mas enquanto seres encarnados têm que lidar com todas energias acumuladas em seus registros e uma delas é a camada que os conecta à constelação familiar, à família que os recebeu nesse plano material.


Esse é um dos planos contidos em seus registros enquanto seres encarnados. E existe justamente para que demonstrem a maestria da superação de vocês mesmos. Pois ao virem à determinada constelação familiar, escolheram com muito cuidado, aquela que os auxiliaria a acentuar justamente o medo que necessitavam transcender, a purificação que precisavam enfrentar.

Mas é chegado um momento em que já adquiriram maturidade e consciência para enfrentar essas relações, e dessa vez será de forma leve e doce. A curar todas as feridas que ficaram ali, registradas como resultado de uma batalha que criaram dentro da mente de cada um de vocês, e que repercutiu sim nos seus corpos físicos.

Tantos de vocês manifestam essas feridas na forma de doenças, de traumas, e até de certos tipos de câncer, tumores... mas todos vem daquelas feridas, onde não houve o balsamo do amor e da doçura, com a sabedoria para que fosse curado. Vocês reagiam a essas situações, as essas emoções que sua família gerava em vocês porque era uma forma de desviarem daquilo que não gostariam de observar em seu próprio interior.

Vocês percorreram por diversos caminhos para então obterem a sabedoria necessária para o enfrentamento desses obstáculos, que geram consequências físicas em suas vidas. Pois é chegado um momento em que a sabedoria necessária para transcender a situação está aglutinada no nono chakra e vocês são capazes de promover não apenas a própria purificação, mas de toda a constelação a través de seu exemplo de libertação. Vocês ensinam o caminho aqueles que estão presos dentro dessas energias e já não enxergam a forma de se desvencilhar desse processo que restringe o acesso aos seus registros de luz.

Tantos manifestam no corpo físico o resultado de relações não compreendidas entre os pais, quando por algum momento se sentiram abandonados, retaliados, mal amados, mas que na verdade é apenas uma relação sendo trabalhada, assim como todas as outras, mas que deixou marcas profundas nos seus corações. Relações essas que estão presentes em suas vidas apenas para mostrar aquilo que precisam trabalhar para a purificação de seus registros, para que se tornem o exemplo de sabedoria a mostrar a outros o caminho da própria libertação.

O coração duro, o escudo fechado do ego e da personalidade cravada em um planeta que é apenas a manifestação de uma experiência, bloqueia por muitas vezes o fluir natural dessas relações. Onde cada um de vocês chegam com um pacote básico de informações de alma, e representam aqui a manifestação dos seus registros em forma de comportamentos, manias, onde constroem uma personalidade. A constelação familiar ressalta justamente esses pontos. E essa é a oportunidade que pediram para transcender a vocês mesmos.

Na medida em que vão limpando as restrições contidas em seus registros Akashicos, que vão sutilizando e iluminando, essas manias e comportamentos que manifestam uma personalidade, vão deixando de existir, e vocês passam a se tornarem vazios. Esse vazio é preenchido, pedacinho a pedacinho, pelo seu Eu Sou, pelo Eu Superior. E deixa de conectar com o Eu Inferior, que está a todo momento relembrando as experiências dolorosas que criaram as feridas, mas que na verdade eram apenas formas de cura.

Na medida que vão se limpando, filhos, vão limpando também aquelas relações esquecidas do passado, aquelas que não mais faziam parte de seus cotidianos, mas que representavam em vocês dores profundas e por vezes doenças no corpo físico. A raiva se manifesta pelo perdão, a dúvida pela gratidão e o olhar compassivo se manifesta nas relações.

Todos sabemos as causas reais das doenças, e sabemos que todo desequilíbrio no corpo físico é consequência de uma relação não trabalhada no campo emocional. Quando se libertam e permitem que sejam iluminados os registros que armazenaram lembranças traumáticas dessas relações, vão gradativamente curando também os seus corpos físicos, e são surpreendidos com a cura das suas doenças.

Percebam, amados, que as relações familiares, entre os pais biológicos, são o berço da experiência na Terra. É onde vocês em algum momento deverão retornar para trabalhar a limpeza dos pontos que permaneceram conectados e que causaram consequências que acompanharam vocês durante toda a sua vida.

Experimentem novamente estabelecer as relações deixadas no passado, aquelas mal compreendidas, que tocavam o coração a causar dor e sofrimento, mas que agora, com os registros limpos e iluminados, vocês já podem se permitir vivenciar, para iluminar também a vida daquele que o proporcionou a vida biológica e essa experiência terrena. A que sempre prevalecer o amor, mas não o amor que seja julga responsável, que se culpa por não poder auxiliar ou por não saber como ajudar.

O caminho, primeiro, é da libertação interior através do exemplo, através da própria purificação, para que então possam retornar a essas relações já livres, suaves e compassivos, sem qualquer compromisso, apenas com sua própria paz interior.

Percebam que vocês estão juntos porque tem pontos que se complementam no aprendizado, mesmo que despertando em forma de sofrimento as feridas que causam doenças e traumas, ainda assim são justamente essas feridas que abrem a possibilidade de vocês olharem para um ponto de desequilíbrio que precisa ser olhado, e assim tratar algo ainda mais profundo, que se encontra em seu registro de alma.

Os pais biológicos vêm os mostrar, através dos pontos onde despertam os desconfortos e sofrimento, aqueles aspectos que vocês devem olhar em seus registros akashicos, e que devem ser tratados e iluminados. A olhar para essas relações e não fugir delas, vocês passam a perceber onde estão os gatilhos emocionais e a identificar em seus registros o que deve ser iluminado. Isso contribuirá para uma caminhada livre rumo à ascensão.

Vocês saberão quais são os momentos em que devem retomar as ligações. Precisam estar suficientemente maduros e acessar a sabedoria adquirida durante uma vida de experiências, para que possam definitivamente concluir esse processo e libertar a vocês mesmos e àqueles que dependem dessa relação mutua para a própria purificação.

E assim é

Sou Serapis Bey

Canais: Michele Martini e Thiago Strapasson - 04 de maio de 2017.

Fonte: www.pazetransformacao.com.br

FAQ – Como trabalhar o perdão nas técnicas terapêuticas?




O Perdão é uma das coisas mais importantes na senda da espiritualidade, tenho me deparado com muitas pessoas que tem muita dificuldade de perdoar, gostaria de saber se há alguma técnica, meditação ou alguma forma eficaz de ajudar essas pessoas conseguirem perdoar, e como devemos abordar esse assunto com as pessoas. Muito obrigada.

Resposta:

Não há uma técnica única para trabalhar o perdão.

O perdão é algo que virá apenas com a experiência. O ser inicia a sua jornada na terra com um pacote de informações armazenadas em seu registro akashico e que culminarão em se manifestar em atitudes e comportamentos, esses por vez causam dores em outros, pois a experiência terrena é algo que gradativamente faz com que sejam mais e mais expostas essas restrições. Dessa forma, os seres vão se ajustando aos poucos entre eles. Nós vamos nos ajustando ao meio onde vivemos. E é natural que, tendo construído a nossa personalidade nas certezas que trouxemos em nossos registros, acabarão por ser diferentes de todos os outros seres, pois cada apanhado de registros criara uma Personalidade específica.

Essa personalidade, quando diante de outra diferente, entrará em conflito, pois é da natureza do ego defender a sua própria personalidade, manter a verdade de seus registros e fortalecer a própria ilusão.

Dessa forma, são criados os inimigos e pois então as mágoas e então futuramente a necessidade do perdão.

Percebendo toda essa cadeia e como os inimigos nascem e então como as mágoas são criadas, poderá ver como virá o perdão.

Sem a liberação das restrições, sem a sutilização da personalidade, não há como perdoar verdadeiramente, pois aquela verdade interior ilusória que o ego sustenta ainda existe, pois vem do histórico de Alma.

Portanto, na medida que a encarnação ocorre, na medida que a sabedoria aumenta, o ser vai se libertando dessas certezas, dá espaço ao amor, através da caridade, e tão somente pela caridade, que é quando começa a deixar de lado aquelas certezas que eram sustentadas pelo ego.

Nesse momento, a limpeza começa a ocorrer nos registros, pois não mais a pessoa ressoa com aquela informação que chega, ela já não corresponde com o que a sabedoria trouxe através da experiência encarnacional. E então o amor toma lugar do registro, o iluminando. Dessa forma sim, todos os inimigos que foram criados com base na sustentação dessas certezas, serão naturalmente perdoados e liberados.

Essa é a forma de perdoar. Para despertar o amor, e trazer essa iluminação dos registros que formam a personalidade humana, libertando o ser, podem ser utilizadas técnicas como o hooponopono, acesso aos registros akashico, e outros para iluminação e limpeza. Mas perceba que apenas essas técnicas serão eficientes quando o amor já estiver despertado nesse coração, pois apenas assim a pessoa poderá sustentar o novo olhar para a vida, livre do ego, pelo menos naquele aspecto.

E assim ocorre o perdão.

quinta-feira, 4 de maio de 2017

FAQ - Porque o centro de terapia holística que montei não prospera?


Criei em conjunto com outras duas pessoas um centro de terapias holísticas. Amamos o que fazemos, no entanto, não tem fluído e não sei o que fazer pois tenho a certeza que este projeto é o meu proposito e missão de vida. Qual será o erro que estou ou estamos a cometer? Como fazemos para o projeto prosperar?

Resposta:

Se pudéssemos te recomendar algo, tomaríamos a liberdade de dizer o seguinte.

Todo centro de cura ou de tratamento holístico deve ter por pressuposto a caridade, a doação. O propósito deve ser um centro de amor, um canal de alegria e recuperação de pessoas.

Qualquer trabalho espiritual sem essa premissa não terá sucesso, porque é desconectado da energia da Fonte.

A partir do momento que transformar a caridade como o propósito naturalmente a troca energética virá, ela surgirá, dentro do tempo necessário para isso. Porque assim os terapeutas se transformam em canais de amor e esse sentimento movimenta a ajuda necessária.

Sabemos que talvez tenha custos, contas, etc. Mas um centro de cura é uma construção, que deve ter como pilar a caridade e a própria doação. O melhor é que essa transição seja suave, migrando paulatinamente, até que ele se sustente por si mesmo.

É a própria energia da doação que será a cura do terapeuta e que movimentará a energia necessária para a manutenção da atividade.

Gratidão e fique em paz.

A entrega em servir e a criação das Fraternidades - Sanat Kumara



Amados irmãos, saudações.

Sou seu irmão, Kumara. Iniciei a trilha dos mestres que estiveram nesse planeta. Estive também entre vocês há muito tempo. Contribuí com a riqueza planetária assim como cada um de vocês hoje faz.

Abri a trilha espiritual para a chegada da grande fraternidade de mestres ao planeta Terra, fiz isso servindo, simplesmente servindo. Foi através do ato de servir, que outros seres de muita luz acumulada em seus registros, seguiram essa trilha, vindo ao auxílio de toda a humanidade, trazendo à Terra o exemplo de amor.

Vieram nessa trilha Sidarta, Venus, Maitreya, Kuan Yin, Jesus e tantos outros que hoje fazem parte da cúpula de Cristal, que pode ser chamado, para que compreendam, como o alto comando de luz planetário. Temos como braços a nos unir em amor a Grande Fraternidade Branca, o comando Mariano, o comando Ashtar, o Reino Arcangelico, o Reino Angelical, a Fraternidade de Pretos Velhos e Exus, os Elementais, e tantos outros reinos que hoje trabalham em unidade a favor do ato de servir através do amor.

Bastou que um se propusesse a servir, que um se dignificasse a servir a humanidade que já não encontrava saída no próprio mundo que criou, para que a mágica se fizesse. Percebam, amados, que basta que um abra a trilha de luz, para que outros milhares venham em auxílio, porque o amor irradiado no servir mais puro, se manifesta como um atrativo de toda abundância universal.

Hoje temos inúmeras fraternidades ligadas ao Alto Comando de Luz Planetário, que hoje auxilia a humanidade pela transição planetária, pela transição da Nova Era de Luz. E para isso, amados, para que o milagre ocorresse, bastou que eu me colocasse a serviço da humanidade com todo o meu amor.

Talvez não possam ver de onde estão, mas a humanidade evoluiu em luz nas últimas décadas como nunca antes. A evolução foi grande, e toda a espiritualidade hoje já vislumbra os sinais da grande mudança que as próximas gerações viverão, que vocês vivem, mas que os afirmo que se intensificará, na medida que os anos lineares transcorrerem. Isso se dará até que não haja uma única gota a ser purificada, e a Nova Era esteja definitivamente instalada nesse orbe magnifico.

E tudo isso, amados, deu-se através do ato de servir com amor. Ah! O ato de servir. Ilumina até o coração mais tenso e temoroso do amor. Aquele coração tão cansado de sofrer e que não mais crê na esperança de que tudo um dia melhorará.

O ato de servir purifica, limpa e libera todas as restrições que os mantém presos ao passado. Abre a possibilidade do despertar do amor que dará lugar ao perdão do passado, ao perdão a si mesmo, por estar envolvido em sofrimento, em dor. O perdão àqueles que se foram, que não mais estão presentes no seu agora feliz, mas que mostraram a você uma estrada difícil de seguir, pois foram as pedras do seu caminho.

Esses estão mais iluminados agora, quando você já incorpora o servir em seu coração. Você deixa para trás as mágoas e as angústias, e consegue direcionar amor até esses que se foram. Não se encontra mais o sofrimento.

Vocês, no momento presente, quando já estavam acostumados com a dor, e observam atentamente cada novo minuto dos seus dias, a buscar um mínimo sinal de dor e sofrimento. Mas surpreendem-se quando se dão conta de que se passaram vários dias, e não houve sequer um sinal de dor e sofrimento. Vocês olham para trás e percebem que os últimos dias foram talvez uns dos mais difíceis já vividos por vocês, e ainda assim cruzaram essa ponte com louvor. Nem sequer perceberam as dificuldades tomarem conta dos seus corações, elas estiveram ali, mas apenas do lado externo dos seus corações, e por isso mesmo foi que passaram e não mais voltarão a repetir novamente as experiências.

Vocês olham para essas dores do passado, para esse sofrimento, e sentem uma certa saudade daquilo que já fazia parte de vocês mesmos. Por um instante se sentem sozinhos quando se percebem sem o motivo da dor.

O registro do sofrimento foi iluminado, iluminado pela sua própria luz interior, que ofuscou a escuridão dos padrões de repetição que vinham trazendo há tanto tempo, a manter o sofrimento presente em suas vidas como se fosse parte de vocês. Por breves dias, vocês percebem a causa do sofrimento ali, à espreita, mas ela não é mais forte do que a energia do perdão e a determinação do amor.

A caridade e a entrega de forma íntegra para o trabalho de amor, abre todas as portas para a cura. Ou mesmo derruba as muralhas que não os deixavam perceber que a cura estava ali, tão perto de vocês. E aos poucos vão desconstruindo mais e mais aquele Eu Personalidade que estava atuante em suas vidas, mas que já não encontra morada em vocês, pois estão completamente entregues ao amor.

Tantos de vocês questionam como encontrar o caminho para o Eu Sou. Eu os digo: Não há caminhos que não passem pela estrada da caridade e da doação ao próximo. Pois é a partir do momento que passam a ver o outro como parte de si mesmos, que cultivam o amor e o perdão até por aqueles que foram as pedras do seu caminho, que começam a derrubar a muralha que os distanciam do Eu Superior. 

Essa é a busca, filhos. Mas surpreenderiam-se ao saber que para chegar no seu objetivo, a única estrada a ser trilhada é a da caridade. Do amor e do ato de se doar de forma desinteressada. Simplesmente pelo ato de servir. O ato de servir não apenas derruba as muralhas do ego, mas também desconstrói a personalidade criada pela matéria, pois ensina a vocês que todos são Um.

Vocês aprendem a sentir amor, a serem amor, ao ver o amor ser recebido pelo outro. Vocês se colocam a serem canais de luz E para que sejam puros e límpidos canais de luz, devem se entregar de forma livre e liberta da personalidade, fazendo parte do todo, e olhando aquele outro como vocês mesmos, como uma parte de vocês, como aquele que veio trazer a sua libertação e a forma com que descubra o caminho tão procurado da ascensão.

A entrega total ao trabalho com amor, traz a possibilidade de ascensão, a partir do momento em que compreendem o seu papel, que é apenas o de estar aqui, presentes no agora, e completamente entregues à Unidade, abandonando o Eu Personalidade em troca do amor, da oportunidade de servir. Não há questionamentos, não há argumentos, há apenas a entrega, de forma imparcial, de forma limpa e pura, à oportunidade de servir.

E foi assim, amados, que se formaram as Fraternidades de Mestres, que ordens de seres magníficos vieram a os servir. E cada um de vocês pode trilhar esse mesmo caminho abençoado, servir e assim deixar a trilha de luz para que outros o façam no momento apropriado, e que sirvam de inspiração para que outros se acoplem à sua missão. É através do exemplo que dignificamos nosso próprio ser, não por palavras, pois servindo somos maiores em toda nossa humildade. 

E assim é.

Sou Sanat Kumara

Canais: Thiago Strapasson e Michele Martini - 03 de maio de 2017.

Fonte: www.pazetransformacao.com.br